Cheguei numa ensolarada Veneza (mas às vezes repentinamente fria), pelo aeroporto de Marco Polo. Minha amiga Rosi e marido já me aguardavam na barca e entrei na ilha em grande estilo - pelo canal. Veneza, na verdade, é formada por um conjunto de pequenas ilhas, uma delas Sacca Fizzola, minha hospedagem.
O transporte entre essas ilhas se dá pelo chamados 'batelos', que atendem às ilhas em horários e rotas determinados. Lá também, as muitas gôndolas ficam 'estacionadas' à espera de turistas. Entre as ruelas da ilha, é possível admirar as vitrines das grandes marcas, como Prada, Louis Vitton e tantas outras.
Um dos 'estacionamentos' de gôndolas na Piazza San Marco
Igreja de San Marco
As muitas pombinhas que já são cartão postal da San Marco
Campanile
O luxo
Um passeio de gôndola, dependendo da temporada, pode chegar a 90 euros por cerca de 90 minutos. Existem gondoleiros que fazem uma pequena travessia, apenas para proporcionar a emoção de estar em uma gôndola ou faturar a foto (como no meu caso). E se consegue isso por apenas 1 euro por trecho, que é apenas a travessia de uma margem à outra.
Andar pelas ruas/becos de Veneza nos remete à história. Tem um cheiro e aparência de mundo antigo (e é!). Os pequenos canais, as pontes, os prédios em ruínas, as gôndolas dançando no ritmos das águas, tudo um tão grande fascínio!
A famosa Ponte do Rialto
A uma hora da parte central de Veneza, estão as ilhas de Murano e Burano. A primeira conhecida pela larga produção de cristais, com artigos belíssimos, tais como lustres, vasos, bibelôs. A ilha de Burano é famosa pelo seu colorido e pela produção de renda. Infelizmente, só pude visitar Murano e achei encantadora.
Os lustres finíssimos, que em geral custam alguns milhares de euros
Oficina de cristais
Veneza é, de fato, um lugar para os casais. Além de desfrutar dos restaurantes e bistrôs espalhados pela ilha de San Marco, desbravar e se perder nas ruelas é o plano de ordem para quem deseja sentir a essência da cidade.
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